terça-feira, 4 de outubro de 2011

Palavra e Vida 4T - CBF (introdução ao Estudo Prévio)

HÁ ESPERANÇA PARA OS FERIDOS

Iniciamos em outubro um novo trimestre, quando estudaremos “o príncipe dos profetas”: Isaías.
As lições foram escritas com a preocupação de manter a unidade fundamental da obra, que na opinião do autor da revista é produto de um único escritor, o profeta que dá nome ao livro.
A premissa do autor das lições é trabalhar com o que ele considera “de maior relevância para o nosso contexto, especialmente o messianismo”, isto é, com o “significado e aplicação para nós em nosso próprio contexto histórico” das profecias de Isaías, além de marcar “que esperança o livro contém para o futuro que Deus nos preparou, segundo seu propósito eterno.”
Será de grande ajuda para o estudo das lições entender algumas circunstâncias especiais da produção do livro:
(1) O contexto geral é o oitavo século antes de Cristo, mais  particularmente entre 765 a 700 a.C. Neste período ocorrem as atividades proféticas de Oséias e Amós, no reino do Norte (Israel), e de Miquéias e Isaías, no reino do Sul (Judá).
(2) O império mundial que traz o castigo divino sobre o pecado de Israel é a Assíria, que destruiu o reino do Norte. Dois capítulos do livro dos Reis de Israel são úteis para este contexto: 1Reis 19 e 20.
(3) Isaías é contemporâneo de Miquéias (que profetizou entre 735 a 710 a.C.), dentre os profetas de Judá.
(4) O livro pode ser dividido em duas partes: a primeira parte vai do capítulo 1 ao 39: fala do julgamento sobre as nações, da  restauração do povo de Israel e do estabelecimento do reino de Deus; a segunda parte, que trata da esperança e restauração para o povo de Deus exilado, vai do capítulo 40 ao 66.
(5) Isaías retrata Deus como “o Santo de Israel que controla de modo soberano o destino das nações, mas também exige lealdade de seu povo” (Manual Bíblico Vida Nova, p. 422).
(6) Os discursos de salvação (cap. 40 a 66) tratam da esperança messiânica.
Os estudos da EBD vão nos apontar a esperança de Deus para os que estão aflitos e abatidos de alma. Quando estiver assim, lembre-se que Jesus Cristo, o Messias de Deus, pode aliviar o fardo (peso) que estiver carregando. Creia nele, de todo o coração.

“Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança.” (Rm 15.4)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

MANIFESTO CARPOFÁGICO (quando a vida ganha sentido pelo amor)


O fruto do Espírito é “o amor” (5.22a). Devemos separar para Deus um sentimento puro de amor, uma espécie de entrega completa e incondicional, que serve como o motor a nos impulsionar para a vida religiosa. Não falo aqui de uma “paixão” por Jesus (que é o mais recente neologismo para o anelo cristão de intimidade com Deus). Uma paixão pode ser saciada, mas o amor, não! Ele é mais exigente. Espera um convívio, uma relação duradoura (no caso de Deus, uma relação eterna). Não é à toa que Paulo tenha afirmado que três sentimentos
devem permanecer: a fé, a esperança e o amor.
Mas, continua, “o maior destes é o amor” (1Co 13.13). Quem manifesta o fruto do amor reconhece que antes de amar a Deus, ele nos amou primeiro. Paulo coloca o amor como a base para todos os outros dons listados em Efésios 5.